LIVRETO CELEBRATIVO - POSSE DO PÁROCO DA PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO SANT'ANA GALVÃO

  LIVRETO CELEBRATIVO 

POSSE DO PÁROCO DA PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO SANT'ANA GALVÃO

PRESIDIDO POR VOSSA EXª RV.Mª DOM LEANDRO GUILHERME
30.04.2026

RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
 (Cf. Sl 67, 8-9. 20)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Ó Deus, quando saístes com o povo caminhando à sua frente, habitando no meio deles, a terra estremeceu e orvalhou o próprio céu, aleluia.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

LEITURA DA PROVISÃO

O bispo convida a todos para se sentarem, para que seja lida por um diácono ou sacerdote designado a provisão canônica.

 ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA

_____________

DOM AUGUSTO MENEZES
TITULI DI ICOSIUM
ARCEBISPO METROPOLITANO DE BRASÍLIA

PROVISÃO CANÔNICA 
005/2026

Aos diletos filhos espalhados por todo o nosso território, de modo particular, o Pe. Ian Lima, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

    «Em atenção aos ditames do Código de Direito Canônico, no uso de minhas atribuições como Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Brasília, considerando as últimas determinações constantes nas nomeações arquidiocesanas e a necessidade pastoral que se apresenta a esta Sé, havemos por NOMEAR o Pe. Ian Lima, para o ofício de Pároco da Paróquia Santo Antônio Sant'Ana Galvão, no território da Arquidiocese de Brasília, em particular na Vicariato Norte.

O Reverendíssimo deverá, com zelo e prudência:

1. Cuidar para que a Palavra de Deus seja devidamente anunciada e os fiéis leigos de sua comunidade tenham acesso à instrução nas verdades da fé em homilias quotidianas e em momentos catequéticos;

2. Cuidar para que a Santíssima Eucaristia seja o centro da comunidade Paroquial;

3. Empenhar-se na celebração dos Sacramentos, na divulgação da oração em família, bem como na participação ativa da sagrada Liturgia;

4. Organizar a Liturgia de tal modo que, não apenas não se introduzam abusos, mas seja devidamente preparada e com zelo celebrada;

5. Esforçar-se no ofício do Bom Pastor, procurando conhecer os fiéis entregues a seus cuidados, visitando as famílias, participando de suas angústias e dores, confortando-os, e corrigindo com prudência os que falharam;

6. Reconhecer e promover a parte própria que os fiéis leigos têm a missão da Igreja; incentivar suas associações, movimentos; cooperar com Bispo, com os Presbitério e com os fiéis em espírito de comunhão e participação, para que todos possam sentir-se membros da Igreja Católica e Apostólica;

7. Representar a paróquia em todos os negócios jurídicos, e cuidar de seus bens;

8. Aplicar pelo povo as missas, e comunicar ao povo;

9. Executar em virtude do ofício, tudo que lhe atribui o Direito Canônico e as determinações oriundas da Sé Diocesana.

    Esta provisão deverá ser tornada pública na cerimônia de apresentação, a fim de que a maior parcela do povo de Deus tome conhecimento de suas letras. A celebração poderá ser presidida pelo Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Brasília, pelos prelados auxiliares, pelo Vigário Episcopal do respectivo Vicariato ou por outro sacerdote expressamente designado pelo ordinário local. Esta cerimônia deverá ser realizada obrigatoriamente durante uma Celebração Eucarística e deverá ser registrada em ata, assinada pelas autoridades eclesiásticas presentes e anexada aos arquivos arquidiocesanos, onde se encontram os registros da chancelaria, e uma cópia armazenada nos arquivos da Paróquia.

Esta provisão é válida até não mandarmos o contrário. Revoguem-se todas as disposições que dizem o contrário.

Recomendamos o pastoreio deste nosso irmão, com o rebanho presente nesta comunidade, ao patrocínio da Beatíssima Virgem Maria, concebida sem pecado, a Senhora Aparecida, para que ilumine sempre o reto caminho a ser seguido e fortaleça o desenvolvimento do trabalho evangelizador.  

Dado e passado em Brasília, sob a proteção da Virgem Maria, a Senhora Aparecida, na Cúria Metropolitana, aos 30 dias do mês de abril de dois mil e vinte e seis do ano da graça do Senhor.

In Christo Iesus,


 


Dom Augusto Menezes
Arcebispo Metropolitano 


Dom Leandro Guilherme
Bispo Auxiliar
E eu, o subscrevi
Pe. Ian Lima
Chanceler do Arcebispado.



O bispo se senta e recebe a mitra.

Terminada a leitura, o bispo de pé prossegue com o ato penitencial.

ATO PENITENCIAL

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio:
Pres.: Senhor, que viestes procurar quem estava perdido, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos, tende piedade de nós.
℟. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que congregais na unidade os filhos de Deus dispersos, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Presidente: Oremos.
E todos oraram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, que restaurais a natureza humana elevando-a acima de sua dignidade original, considerai o inefável mistério da vossa bondade e conservai os dons e a bênção da vossa perene graça naqueles que vos dignastes regenerar no Batismo para uma vida nova. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
R: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 13, 13-25)

Leitor:  Leitura dos Atos dos Apóstolos. 
Paulo e seus companheiros embarcaram em Pafos e chegaram a Perge da Panfília. João deixou-os e voltou para Jerusalém. Eles, porém, partindo de Perge, chegaram a Antioquia da Pisídia. E, entrando na sinagoga em dia de sábado, sentaram-se. Depois da leitura da Lei e dos Profetas, os chefes da sinagoga mandaram dizer-lhes: “Irmãos, se vós tendes alguma palavra para encorajar o povo, podeis falar”. Paulo levantou-se, fez um sinal com a mão e disse: “Israelitas e vós que temeis a Deus, escutai! O Deus deste povo de Israel escolheu os nossos antepassados e fez deles um grande povo quando moravam como estrangeiros no Egito; e de lá os tirou com braço poderoso. E, durante mais ou menos quarenta anos, cercou-os de cuidados no deserto. Destruiu sete nações na terra de Canaã e passou para eles a posse do seu território, por quatrocentos e cinquenta anos aproximadamente. Depois disso, concedeu-lhes juízes, até ao profeta Samuel. Em seguida, eles pediram um rei e Deus concedeu-lhes Saul, filho de Cis, da tribo de Benjamim, que reinou durante quarenta anos. Em seguida, Deus fez surgir Davi como rei e assim testemunhou a seu respeito: ‘Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que vai fazer em tudo a minha vontade’. Conforme prometera, da descendência de Davi Deus fez surgir para Israel um Salvador, que é Jesus. Antes que ele chegasse, João pregou um batismo de conversão para todo o povo de Israel. Estando para terminar sua missão, João declarou: ‘Eu não sou aquele que pensais que eu seja! Mas vede: depois de mim vem aquele do qual nem mereço desamarrar as sandálias’”.
Leitor:  Palavra do Senhor.
R: Graças a Deus.


RESPONSORIAL DE SALMO 
Sl 88(89), 2-3. 21-22. 25 e 27 (R. cf. 2a)

—  Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor.


— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, de geração em geração eu cantarei vossa verdade! Porque dissestes: “O amor é garantido para sempre!” E a vossa lealdade é tão firme como os céus. ℟.


— “Encontrei e escolhi a Davi, meu servidor, e o ungi, para ser rei, com meu óleo consagrado. Estará sempre com ele minha mão onipotente, e meu braço poderoso há de ser a sua força. ℟.


— Não será surpreendido pela força do inimigo, nem o filho da maldade poderá prejudicá-lo. Diante dele esmagarei seus inimigos e agressores, ferirei e abaterei todos aqueles que o odeiam. ℟.

— Minha verdade e meu amor estarão sempre com ele, sua força e seu poder por meu nome crescerão. Ele, então, me invocará: ‘Ó Senhor, vós sois meu Pai, sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação!’” ℟.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

ALELUIA, ALELUIA,  ALELUIA, ALELUIA!

Jesus Cristo, a fiel testemunha, primogênito dos mortos, nos amou e do pecado nos lavou em seu sangue derramado. (Ap 1, 5ab) ℟.

ALELUIA, ALELUIA,  ALELUIA, ALELUIA!


ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS

Terminada a segunda leitura (ou o Salmo Responsorial), estando todos sentados. 

O novo Pároco se coloca de joelhos diante do bispo. 

O Diácono, ou sacerdote, que entrou com o Livro dos Evangelhos toma solenemente o Livro que esta sobre o altar e entrega ao bispo. 

O bispo entrega o Livro dos Evangelhos ao novo Pároco, dizendo:
Pres.: Recebe este Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que lês, ensina aquilo que crês e procura realizar o que ensinas.

Pároco: Dai-me a vossa bênção.
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Pároco: Amém.

EVANGELHO
(Jo 13, 16-20)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣. : 
O Senhor esteja convosco.
℟.:  Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣. : Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Nº: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se por oportuno, incenso o livro e proclama o Evangelho.
℣. : 
 Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus lhes disse: “Em verdade, em verdade vos digo: o servo não está acima do seu senhor e o mensageiro não é maior que aquele que o enviou. Se sabeis isto, e o puserdes em prática, sereis felizes. Eu não falo de vós todos. Eu conheço aqueles que escolhi, mas é preciso que se realize o que está na Escritura: ‘Aquele que come o meu pão levantou contra mim o calcanhar’. Desde agora vos digo isto, antes de acontecer, a fim de que, quando acontecer, creiais que eu sou. Em verdade, em verdade vos digo, quem recebe aquele que eu enviar, recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou”.
℣. : Palavra da Salvação.
Nº: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS 

Terminada a homilia, o bispo se senta, recebe a mitra e o báculo (caso não tenha feito uso durante a homilia). 

O novo Pároco se coloca diante do bispo. 

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem Episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero! 

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo para louvor e glória de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja? 
Pároco: Quero! 

Pres.: Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com Ele consagrado a Deus para a salvação dos homens? 
Pároco: Quero! 

Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da Palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica? 
Pároco: Quero com a Graça de Deus!

O bispo deixa o báculo. 

O novo Pároco se aproxima do bispo, se ajoelha e põe suas mãos postas entre as do bispo. 

Pres.: Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?
Pároco: Prometo! 

Pres.: Deus, que inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais à perfeição. 
Pároco: Amém!

ENTREGA DAS CHAVES DO SACRÁRIO
O Diácono ou outro responsável entrega as chaves do sacrário ao Bispo.

Entrada e entrega da chave do sacrário:
Pres: Recebe as chaves do tabernáculo onde está o Santíssimo Sacramento, lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE

O novo Pároco, diante do bispo, faz a sua profissão de fé e juramento de fidelidade. 

O diácono ou o sacerdote responsável pelo Livro dos Evangelhos permanece à direita do Pároco, para que este possa tocar o Livro durante o juramento de fidelidade.

Eu, Padre Ian Lima, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: 
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. 
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

Eu, Padre Ian Lima, ao assumir o ofício de Pároco da Paróquia Santo Antônio Sant'Ana Galvão, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos. 


ACOLHIDA DO PÁROCO

Pres: A paz esteja contigo.
Pároco: O amor de Cristo nos uniu.

O bispo saúda o novo pároco.

LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Presidente: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício sejam aceitos por Deus Pai todo-poderoso.
O sorteio se levanta e responde:
℟.:  Receba o Senhor por suas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.:  Subam até vós, Senhor, nossas preces com as oferendas para o sacrifício, a fim de que, purificados por vossa graça, sejamos dignos dos sacramentos do vosso grande amor. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO DA PÁSCOA IV
A Restauração do Universo pelo Mistério Pascal

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres:  O Senhor esteja convosco.
℟. :  Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres:  Corações ao alto.
℟. :  Nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres:  Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟. :  É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação proclamar vossa glória, ó Pai, em todo tempo, mas, com maior júbilo, louvar-vos neste tempo, porque Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Pois, destruído o que era velho, toda a criação decaída é renovada e em Cristo nos foi recuperada a integridade da vida. Por isso, transbordando de alegria pascal, exulta a criação por toda a terra; também as Virtudes celestes e as Potestades angélicas proclamam um hino à vossa glória,  cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO
Santo Senhor Deus do Universo )

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU EA TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.

HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!

BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR

HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!

Ou, para a recitação:
Pres.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA V

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.:  Ó Pai, vós que sempre quisestes ficar muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele,
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.:   mandai vosso Espírito Santo,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo  e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟.:  Mandai vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como exige a sua natureza.
Pres.:  Na noite em que ia ser entregue, ceando com seus Apóstolos,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos
olhou para o céu e vos deu graças, partiu o pão e o entregou a seus discípulos, dizendo.
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.


Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.:  Tudo isto é mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.:  Toda vez que comemos deste Pão, toda vez que bebemos deste Vinho, recordamos a paixão de Jesus Cristo e ficamos esperando sua vinda.


O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.:  Recordando, ó Pai, neste momento, a paixão de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreição e ascensão, nós queremos a vós oferecer este Pão que alimenta e que dá vida, este Vinho que nos salva e dá coragem.
A assembleia aclama:
℟.:  Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.:  E quando recebermos Pão e Vinho, o Corpo e Sangue dele oferecidos, o Espírito nos una num só corpo, para sermos um só povo em seu amor.
A assembleia aclama:
℟.:  O Espírito nos una num só corpo!

1C:   Protegei vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao céu, cada dia renovando a esperança de chegar junto a vós, na vossa paz.
A assembleia aclama:
℟.:  Caminhamos na estrada de Jesus!

2C: Dai ao vosso servo, o Papa Inocêncio, ser bem firme na fé, na caridade, e a Augusto, que é Bispo desta Igreja, muita luz para guiar o vosso Povo.
A assembleia aclama:
℟.:  Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C:   Esperamos entrar na vida eterna com Maria, Mãe de Deus e da Igreja, os Apóstolos, e todos os que na vida souberam amar Cristo e seus irmãos.
A assembleia aclama:
℟.:  Esperamos entrar na vida eterna!

4C:   Abri as portas da misericórdia aos que chamastes para a outra vida; acolhei-os junto a vós, bem felizes, no reino que para todos preparastes.
A assembleia aclama:
℟.:  A todos dai a luz que não se apaga!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres.: E a todos nós, aqui reunidos, que somos povo santo e pecador, dai-nos a graça de participar do vosso reino que também é nosso.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.:  Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.:  Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Presidente: Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós, elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que está nos céus, santificado seja o nosso nome; venha a nós o seu reino, seja feito a sua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Presidente: Livrai-nos de todos os homens, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Presidente: Senhor Jesus Cristo, disseste aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a tua Igreja; dai-lhe, segundo o seu desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que é Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, caricatura para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.:  Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.:  Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de entrar na minha morada, mas digo uma palavra e serei salva.

O sacerdote, acompanhado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.:  O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.:  Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça a oração da comunhão espiritual e em seguida inicie o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estes estão presentes no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco exclusivo. Ah! Não permitais que tornem a Separar-me de vós! Amém! 

COMUNHÃO

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Mt 28, 20)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.:  Eis que estarei convosco todos os dias até o fim do mundo, aleluia.
Terminado a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.:  Fazei, Senhor, que conservamos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Presidente: 
Oremos
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Deus eterno e todo-poderoso, pela ressurreição de Cristo nos recriais para a vida eterna: fazei frutificar em nós o sacramento pascal e infundi em nossos corações a força deste alimento salutar. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

ATA DE POSSE DO PÁROCO DA PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO SANT'ANA GALVÃO - ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA - PE. IAN LIMA

Aos trinta dias do mês de abril do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, na Paróquia Santo Antônio de Sant'ana Glvão, situada na Arquidiocese de Brasília, sob o pontificado de Sua Santidade o Papa Inocêncio II, realizou-se a solene celebração de posse do novo pároco, conforme as normas do Direito Canônico e as disposições desta Igreja Particular. A celebração foi presidida por Dom Leandro Guilherme, Bispo Auxiliar de Brasília, na presença de presbíteros, diáconos, religiosos e numerosos fiéis leigos, que se reuniram em espírito de fé, comunhão e alegria. Por meio de decreto previamente expedido na data de 25/04/2026 , foi nomeado como pároco o Revmo. Pe. Ian Lima, o qual, tendo professado a fé da Igreja e assumido publicamente os deveres do ofício, foi canonicamente empossado na referida paróquia. Durante o rito de posse, foram-lhe confiados os sinais próprios do múnus pastoral, dentre os quais o livro dos Santos Evangelhos, a chave da igreja, a sede presidencial e o sacrário, como expressão de sua missão de ensinar, santificar e governar a comunidade paroquial que lhe é confiada. O novo pároco renovou as promessas sacerdotais e manifestou sua disposição de exercer o ministério com fidelidade ao Evangelho, zelo pastoral e espírito de comunhão com o Arcebispo e toda a Igreja, comprometendo-se a cuidar do povo de Deus que lhe foi confiado, especialmente através da celebração dos sacramentos, da pregação da Palavra e da promoção da caridade. Na homilia o Bispo também recordou as funções do padre na paróquia e dos fieis para com o padre. A celebração seguiu de acordo com o rito da Santa Missa. Pe. Ian Lima, ao final, dirigiu suas palavras de pastor à comunidade paroquial que lhe foi confiada ao pastoreio. Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente ata, que, lida e achada conforme, vai assinada por quem de direito e pelos presentes, para que produza seus devidos efeitos canônicos e pastorais.

Brasília, 30 de abril de 2026.

+ Augusto Menezes
Arcebispo Metropolitano

+ Leandro Guilherme
Bispo-Auxiliar

Pe. Ian Lima
Pároco Empossado


E eu, o subscrevi
Pe. Ian Lima
Chanceler do Arcebispado.
RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL


Segue-se o rito de despedida. O presidente, abrindo os braços, saúde o povo:
Presidente: O Senhor esteja convosco.
 : Ele está no meio de nós.

Pres.:  Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho +  e Espírito Santo. 
℟.
 :Amém.
 
 

Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Diac. ou Pres.:  Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟. : Graças a Deus!
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