Livreto Celebrativo | Ordenação Diaconal dos seminaristas Marco Aurélio, Cláudio, Lucas, Joaquim Benicio e Kaio Gadelha




LIVRETO CELEBRATIVO
ORDENAÇÃO DIACONAL DOS SEMINARISTAS MARCO AURÉLIO, CLÁUDIO, JOÃO LUCAS, JOAQUIM BENICIO E KAIO GADELHA
CELEBRADO POR SUA EXCELÊNCIA 
   DOM LEANDRO GUILHERME 
Paróquia Santo Antônio de Sant'Ana Galvão 09.05.26

Realize-se a Ordenação com o maior concurso possível de fiéis, num domingo ou dia festivo, particularmente numa festa dos Apóstolos, a não ser que razões pastorais aconselhem outro dia. Excluem-se, contudo, o Tríduo Pascal, a Quarta-Feira de Cinzas, toda a Semana Santa e a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos.

Nas solenidades, nos domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa, nos dias dentro da oitava da Páscoa e nas festas dos Apóstolos, utiliza-se as orações, as leituras e a cor litúrgica do dia.

Ainda antes do inicio da celebração, o bispo informe aos leitores qual será a leitura, o salmo e o evangelho a ser lido.

RITOS INICIAIS 

CANTO DE ENTRADA 
(Macha da Igreja)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Quando tudo estiver preparado, como de costume, realiza-se a procissão pela igreja até o altar. Os candidatos ao Diaconado vão à frente do Diácono que leva o livro dos Evangelhos, seguindo-o outros Diáconos, se houver. Os que vão ser ordenados Presbíteros vêm logo após os Diáconos assistentes um pouco atrás. Chegando ao altar, feita a devida reverência, todos procuram os seus lugares. 

I/. REUNIDOS EM TORNO DOS NOSSOS PASTORES,

NÓS IREMOS A TI.

PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ,

NÓS IREMOS A TI.

ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR,

NÓS IREMOS A TI.

SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO,

NÓS IREMOS A TI.


R/. IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR.

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS,

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS.


​II/. COM NOSSAS IRMÃS E IRMÃOS NOS CLAUSTROS,

COM OS NOSSOS IRMÃOS SOFREDORES,

COM OS PADRES QUE SOBEM AO ALTAR,

COM OS PADRES QUE PARTEM EM MISSÃO,


​III./ DE NOSSAS FAZENDAS E NOSSAS CIDADES,

DE NOSSAS MONTANHAS E NOSSAS BAIXADAS,

DE NOSSAS CABANAS E POBRES FAVELAS

DE NOSSAS ESCOLAS E NOSSOS TRABALHOS,


​IV./ CURVADOS AO PESO DE NOSSO TRABALHO,

CURVADOS AO PESO DE NOSSO PECADO,

CONFIANTES POR SERMOS OS FILHOS DE DEUS,

CONFIANTES POR SERMOS OS MEMBROS DE CRISTO,


​V./ COM NOSSOS ANSEIOS E NOSSOS DESEJOS,

COM NOSSAS ANGUSTIAS E NOSSAS ALEGRIAS,

COM NOSSA FRAQUEZA E NOSSA BONDADE,

COM NOSSA RIQUEZA E NOSSA CARÊNCIA,

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ANTÍFONA DE ENTRADA 

(Jo 12, 26)

Neste meio tempo, canta-se a Antífona da entrada com seu salmo ou outro canto apropriado.

Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo, diz o Senhor aleluia.

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.

O povo responde:

℟.: Amen.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

Pres.: Pax vobis.

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

(Kyrie Notre Dame 2016)

Primeira fórmula

Pres.: Fratres, agnoscámus peccáta nostra, ut apti simus ad sacra mystéria celebránda.

Após um momento de silêncio, inicia-se o canto:

KYRIE ELEISON 

KYRIE ELEISON 


CHRISTE ELEISON 

CHRISTE ELEISON 


KYRIE ELEISON 

KYRIE ELEISON 

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Misereátur nostri omnípotens Deus et, dimíssis peccátis nostris, perdúcat nos ad vitam aetérnam.

O povo responde:

℟.: Amen.


HINO DE LOUVOR 

(Gloria I Missa Op. 36 )

Quando for prescrito*, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

​GLORIA IN EXCELSIS DEO

 ET IN TERRA PAX HOMINIBUS BONAE VOLUNTATIS. 

LAUDAMUS TE, BENEDICIMUS TE, 

ADORAMUS TE, GLORIFICAMUS TE, 

GRATIAS AGIMUS TIBI PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM, 

DOMINE DEUS, REX CAELESTIS, DEUS PATER OMNIPOTENS. DOMINE FILI UNIGENITE, IESU CHRISTE,

 DOMINE DEUS, AGNUS DEI,  FILIUS PATRIS,

 QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, MISERERE NOBIS; 

QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM. 

QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS, MISERERE NOBIS.

​QUONIAM TU SOLUS SANCTUS, TU SOLUS DOMINUS, TU SOLUS ALTISSIMUS, IESU CHRISTE, CUM SANCTO SPIRITU: IN GLORIA DEI PATRIS. AMEN.

ORAÇÃO COLETA 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Ó Deus, quisestes prover de pastores o vosso povo; infundi na Igreja o espírito de piedade e fortaleza, que suscite dignos ministros do vosso altar e pregadores do Evangelho corajosos e mansos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA 

(At 10, 37-43)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor:  Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: “Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz. Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. Todos os profetas dão testemunho dele: “Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados”.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Verbum Domini 

Todos aclamam:

℟.: Deo gratias 

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SALMO RESPONSORIAL 

(Sl 22(23), 1-3.4.5.6)

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟.: O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ, NÃO ME FALTA COISA ALGUMA 

​— O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ; NÃO ME FALTA COISA ALGUMA. PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES ELE ME LEVA A DESCANSAR. PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA, E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS.  ℟.

​— ELE ME GUIA NO CAMINHO MAIS SEGURO, PELA HONRA DO SEU NOME. MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO, NENHUM MAL EU TEMEREI; ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO; ELES ME DÃO A SEGURANÇA! ℟.

​—  PREPARAIS À MINHA FRENTE UMA MESA, BEM À VISTA DO INIMIGO, E COM ÓLEO VÓS UNGIS MINHA CABEÇA; O MEU CÁLICE TRANSBORDA.  

​—  FELICIDADE E TODO BEM HÃO DE SEGUIR-ME POR TODA A MINHA VIDA; E, NA CASA DO SENHOR, HABITAREI PELOS TEMPOS INFINITOS.  ℟.

Após o salmo, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

SEGUNDA LEITURA 

( Rm 12,4-8)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos, como, num só corpo temos muitos membros, cada qual com uma função diferente, assim nós, embora muitos, somos em Cristo um só corpo e todos membros uns dos outros. Temos dons diferentes, de acordo com a graça dada a cada um de nós: se é a profecia, exerçamo-la em harmonia com a fé; se é o serviço, pratiquemos o serviço; se é o dom de ensinar, consagremo-nos ao ensino; se é o dom de exortar, exortemos. Quem distribui donativos, faça-o com simplicidade; quem preside, presida com solicitude; quem se dedica a obras de misericórdia, faça-o com alegria.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Verbum Domini 

Todos aclamam:

℟.: Deo gratias 

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO 

(Alleluia)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.

R./ ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.


PASCHA NOSTRUM IMMOLATUS EST CHRISTUS;

ITAQUE FESTA CELEBREMUS IN DOMINO.


R./ ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.


EVANGELHO 

(Mt 20, 25b-28 )

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

℣.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:

em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

℣.: Amém.

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: Dominus vobiscum 

O povo responde:

℟.: Et cum spiritu tuo 

O sacerdote, diz:

℣.: Lectio sancti Evangelii secundum Matthaéum 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

℟.: Gloria tibi Domine 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:“Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.

Terminado o Evangelho, o sacerdote aclama:

℣.: Verbum Domini 

O povo aclama:

℟.: Laus tibi Christe 

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

Proclamado o Evangelho, o Diácono recoloca, com reverência, o livro dos Evangelhos sobre o altar, onde permanece até que seja entregue aos Ordenados.

 ELEIÇÃO DOS CANDIDATOS AO DIACONADO 

Então dá-se início à Ordenação dos Diáconos.

O Bispo, se for o caso, aproxima-se da cadeira preparada para a Ordenação, e é feita a apresentação dos candidatos.

O Diácono chama os candidatos ao Diaconado:

℣.: Queiram aproximar-se os que vão ser ordenados Diáconos.

E logo os chama um por um, pelo nome; e cada um responde:

℣.: Sem. Marcos Aurélio 

O eleito responde:

Eleito: Presente!

℣.: Sem. Cláudio 

O eleito responde:

Eleito: Presente!

℣.: Sem. João Lucas 

O eleito responde:

Eleito: Presente!

℣.: Sem. Joaquim Benicio 

O eleito responde:

Eleito: Presente!

℣.:Sem. Kaio Gadelha 

O eleito responde:

Eleito: Presente!

E se aproxima do Bispo, fazendo-lhe uma reverência.

Quando todos estiverem diante do Bispo, o Presbítero, para isto indicado, diz:

℣.: Reverendíssimo Pai, a Santa Mãe Igreja pede que ordenes para a função de Diáconos estes nossos irmãos.

Pres.: Podes dizer-me se eles são dignos deste ministério?

℣.: Tendo interrogado o povo de Deus e ouvido os responsáveis, dou testemunho de que foram considerados dignos.

Pres.: Com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo, nosso Salvador, escolhemos estes nossos irmãos para a Ordem do Diaconado.

℟.: Graças a Deus!

HOMILIA 

Então o Bispo, estando todos sentados, faz a homilia, na qual fala ao povo e aos Eleitos sobre o ministério dos Diáconos, iniciando com base no texto das leituras na liturgia da Palavra. 

PROPÓSITO DOS ELEITOS AO DIACONADO

Terminada a homilia, os Eleitos ao Diaconado se levantam e se colocam diante do Bispo, que os interroga a todos juntos:

Pres.: Caros filhos, antes de serdes admitidos à Ordem do Diaconado, é necessário que manifesteis, perante todo o povo, o vosso desejo de assumir este ministério.

Pres.: Quereis, pois serem consagrados ao serviço da Igreja, mediante a imposição de minhas mãos e a graça do Espírito Santo?

Eleitos: Quero.

Pres.: Quereis desempenhar, com humildade e amor, o ministério dos Diáconos, como colaboradores da Ordem sacerdotal, para o bem do povo cristão?

Eleitos: Quero.

Pres.: Quereis guardar o mistério da fé, como diz o Apóstolo, com a consciência pura, e proclamar esta mesma fé, através de palavras e atos, conforme o Evangelho e a tradição da Igreja?

Eleitos: Quero.

A pergunta seguinte se omite quando é ordenado um candidato casado.

Pres.: Vós, que estais prontos para abraçar o celibato, em sinal de vossos corações consagrados ao Cristo Senhor, quereis guardar para sempre o celibato por amor do Reino dos céus, a serviço de Deus e da humanidade?

Eleitos: Quero.

Prossegue-se:

Pres.: Vós todos quereis, de acordo com o vosso estado, perseverar e progredir no espírito de oração e, neste mesmo espírito, segundo as vossas condições, realizar fielmente a Liturgia das Horas com o povo de Deus, em seu favor e pelo mundo inteiro?

Eleitos: Quero.

Pres.: Quereis imitar sempre, na vossa vida, o exemplo de Cristo, de cujo Corpo e Sangue estareis a serviço?

Eleitos: Quero.

Cada um dos Eleitos ao Diaconado se aproxima do Bispo, ajoelha-se e põe as mãos postas entre as do Bispo. 

Se o Bispo não for o Ordinário do Eleito:

Pres.: Prometes respeito e obediência ao teu Bispo?

Eleito: Prometo.

O Bispo termina sempre assim:

Pres.: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.

Os Eleitos ao Diaconado retornam aos seus lugares e sentam-se.

LADAINHA DOS SANTOS

(Litaniae Sanctorum)

Os Bispos tiram a mitra e todos se levantam. O Ordenante principal, de pé, com as mãos postas, voltado para o povo, diz a invocação:

Pres.: Roguemos, irmãos e irmãs a Deus Pai todo-poderoso que derrame com largueza a sua graça sobre estes seus servos, que ele escolheu para os cargos de Diáconos e de Presbíteros.

Ⓗ Os Eleitos se prostram.

Ⓗ Canta-se a ladainha, à qual todos respondem.

Ⓗ Nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé, na posição em que estão.

Ⓗ Nos dias de semana, exceto no Tempo Pascal, todos permanecem de joelhos, na posição em que estão.

KYRIE, ELEISON

KYRIE, ELEISON

CHRISTE, ELEISON

CHRISTE, ELEISON

KYRIE, ELEISON

KYRIE, ELEISON

SANCTA MARIA, MATER DEI

ORA PRO NOBIS

SANCTE MICHAEL

ORATE PRO NOBIS

OMNES SANCTI ANGELI

ORATE PRO NOBIS

SANCTE IOANNES BAPTISTA

ORA PRO NOBIS

SANCTE IOSEPH

ORA PRO NOBIS

SANCTI PETRE 

ORATE PRO NOBIS

SANCT  PAULE

ORATE PRO NOBIS

SANCTE ANDREA

ORA PRO NOBIS

SANCTE IOANNES

ORA PRO NOBIS

SANCTE THOMA

ORA PRO NOBIS

SANCTE PHILIPPE

ORA PRO NOBIS

BARTHOLOMAEUS

ORA PRO NOBIS

OMNES SANCTI APOSTOLI ET EVANGELISTAE

ORATE PRO NOBIS

OMNES SANCTI DISCIPULI DOMINI

ORATE PRO NOBIS

SANCTE STEPHANE

ORA PRO NOBIS

SANCTE LAURENTI

ORA PRO NOBIS

SANCTE VINCENTI

ORA PRO NOBIS

OMNES SANCTI MARTYRES

ORATE PRO NOBIS

SANCTE GREGORI

ORA PRO NOBIS

SANCTE AUGUSTINE

ORA PRO NOBIS

SANCTE ATHANASI

ORA PRO NOBIS

SANCTE BASILI

ORA PRO NOBIS

SANCTE MARTINE

ORA PRO NOBIS

OMNES SANCTI EPISCOPI ET CONFESSORES

ORATE PRO NOBIS

SANCTE BENEDICTE

ORA PRO NOBIS

SANCTE FRANCISCE

ORA PRO NOBIS

SANCTE DOMINICE

ORA PRO NOBIS

OMNES SANCTI SACERDOTES ET RELIGIOSI

ORATE PRO NOBIS

SANCTA MARIA MAGDALENA

ORA PRO NOBIS

SANCTA AGNES

ORA PRO NOBIS

SANCTA TERESIA A IESU INFANTE

ORA PRO NOBIS

OMNES SANCTI ET SANCTAE DEI

ORA PRO NOBI

PROPITIUS ESTO

LIBERA NOS, DOMINE

AB OMNI MALO

LIBERA NOS, DOMINE

AB OMNI PECCATO

LIBERA NOS, DOMINE

A MORTE PERPETUA

LIBERA NOS, DOMINE

PER INCARNATIONEM TUAM

LIBERA NOS, DOMINE

PER MORTEM ET RESURRECTIONEM TUAM

LIBERA NOS, DOMINE

PER EFFUSIONEM SPIRITUS SANCTI

LIBERA NOS, DOMINE

UT ECCLESIAM TUAM SANCTAM REGER ET CONSERVARE DIGNERIS

TE ROGAMUS, AUDI NOS

UT DOMNUM APOSTOLICUM ET OMNES ECCLESIASTICOS ORDINES IN SANCTA RELIGIONE CONSERVARE DIGNERIS

TE ROGAMUS, AUDI NOS

UT HOS ELECTOS BENEDICERE DIGNERIS

TE ROGAMUS, AUDI NOS

UT HOS ELECTOS BENEDICERE ET SANCTIFICARE DIGNERIS

TE ROGAMUS, AUDI NOS

UT HOS ELECTOS BENEDICERE, SANCTIFICARE ET CONSEGRARE DIGNERIS

TE ROGAMUS, AUDI NOS

CHRISTE, AUDI NOS

CHRISTE, AUDI NOS

CHRISTE, EXAUDI NOS

CHRISTE, EXAUDI NOS

Terminada a ladainha, só o Bispo se levanta e diz, de mãos estendidas:

Pres.: Senhor Deus, ouvi as nossas súplicas e acompanhai com vosso auxílio o que será feito por nosso ministério, santificai, com a vossa bênção, estes nossos irmãos que julgamos aptos para o serviço dos santos ministérios. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E PRECE DE ORDENAÇÃO 

Cada um dos Eleitos para a Ordem do Diaconado se ajoelha, sucessivamente, diante do Bispo, que permanece de pé diante da cátedra, com mitra.

O Bispo impõe as mãos sobre a cabeça de cada um, em silêncio.

Tendo os Eleitos ajoelhados diante si, o Bispo, sem mitra, de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:

Pres.: Assisti-nos, nós vos pedimos, ó Deus todo-poderoso, fonte de todas as graças, que dividis as responsabilidades, repartis os serviços e assinalais os ofícios. Imutável em vós mesmo, tudo renovais e, dispondo todas as coisas em vossa eterna providência, por vossa palavra, força e sabedoria, que é Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, concedeis a cada momento o que mais nos convém. Na variedade dos dons celestes e na diversidade dos membros, fazeis crescer com admirável unidade, pela força do Espírito Santo, o Corpo de Cristo, a vossa igreja. Para edificação do novo templo, constituístes três ordens de ministros para servirem ao vosso nome, como outrora escolhestes os filhos de Levi para o serviço do antigo santuário. Assim, no inicio da Igreja, os Apóstolos do vosso Filho, movidos pelo Espírito Santo, escolheram sete homens de bem para ajudá-los no serviço diário, confiando-lhes a distribuição dos alimentos, pela oração e imposição das mãos, a fim de que eles próprios pudessem dedicar-se mais à oração e à pregação da palavra. Olhai também com bondade, Senhor, estes vossos servos que consagramos como Diáconos para o serviço do altar. Enviai sobre eles, Senhor, nós vos pedimos, o Espírito Santo que os fortaleça com os sete dons de vossa graça, a fim de exercerem com fidelidade o seu ministério. Resplandeçam neles as virtudes evangélicas: o amor sincero, a solicitude para com os enfermos e os pobres, a autoridade discreta, a simplicidade de coração e uma vida segundo o Espírito. Brilhem em suas condutas os vossos mandamentos, para que o exemplo de suas vidas despertem a imitação de vosso povo e, guiando-se por uma consciência reta, permaneçam firmes e estáveis no Cristo. Assim, imitando na terra vosso Filho, que não veio para ser servido, mas para servir, possam reinar com ele no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

℟.: Amém.

ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS

(Tudo por causa de grande amor)

Terminada a Prece de Ordenação, todos se sentam. O Bispo põe a mitra. Os Ordenados se levantam e alguns Diáconos ou outros ministros impõe a estola diaconal a cada um deles e lhes vestem a dalmática.

Neste meio tempo canta-se:

TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

TUDO, TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR


TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

TUDO, TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR


TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

TUDO, TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR

Os Ordenados, com as vestes diaconais, aproximam-se do Bispo e ajoelham-se diante dele; o Bispo entrega a cada um o livro dos Evangelhos, dizendo:

Pres.: Recebe o Evangelho de Cristo, do qual fostes constituído mensageiro; transforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que creres e procura realizar o que ensinares.

Por fim, o Bispo acolhe a cada um dos Ordenados para o abraço da paz, dizendo:

Pres.: A paz esteja contigo.

Ordenado: O amor de Cristo nos uniu.

Os Diáconos presentes, ou ao menos alguns deles, fazem o mesmo.

Enquanto isso canta-se:

SE OUVIRES A VOZ DO VENTO

CHAMANDO SEM CESSAR

SE OUVIRES A VOZ DO TEMPO

MANDANDO ESPERAR


A DECISÃO É TUA

A DECISÃO É TUA


SÃO MUITOS OS CONVIDADOS

SÃO MUITOS OS CONVIDADOS

QUASE NINGUÉM TEM TEMPO

QUASE NINGUÉM TEM TEMPO


SE OUVIRES A VOZ DE DEUS

CHAMANDO SEM CESSAR

SE OUVIRES A VOZ DO MUNDO

QUERENDO TE ENGANAR


A DECISÃO É TUA

A DECISÃO É TUA


SÃO MUITOS OS CONVIDADOS

SÃO MUITOS OS CONVIDADOS

QUASE NINGUÉM TEM TEMPO

QUASE NINGUÉM TEM TEMPO


O TRIGO JÁ SE PERDEU

CRESCEU, NINGUÉM COLHEU

E O MUNDO PASSANDO FOME

PASSANDO FOME DE DEUS


A DECISÃO É TUA

A DECISÃO É TUA


SÃO MUITOS OS CONVIDADOS

SÃO MUITOS OS CONVIDADOS

QUASE NINGUÉM TEM TEMPO

QUASE NINGUÉM TEM TEMPO


PROFISSÃO DE FÉ 

(Símbolo dos Apóstolos)

No lugar do símbolo niceno-constantinopolitano, pode-se usar, sobretudo nos tempos da Quaresma e da Páscoa, a profissão de fé batismal da Igreja Romana, o assim chamado símbolo dos Apóstolos:

Credo in Deum Patrem omnipotentem, Creatorem cæli et terræ, et in Iesum Christum, Filium eius unicum, Dominum nostrum,

Às palavras seguintes, até natus ex Maria Virgine, todos se inclinam.

qui conceptus est de Spiritu Sancto, natus ex Maria Virgine, passus sub Pontio Pilato, crucifixus, mortuus, et sepultus, descendit ad inferos, tertia die resurrexit a mortuis, ascendit ad cælos, sedet ad dexteram Dei Patris omnipotentis, inde venturus est iudicare vivos et mortuos. Credo in Spiritum Sanctum, sanctam Ecclesiam catholicam, sanctorum communionem, remissionem peccatorum, carnis resurrectionem, vitam æternam. Amen.

LITURGIA EUCARÍSTICA 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 

(Ubi Carita Briggs)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

​UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST

(Onde há caridade e amor, Deus aí está)

CONGREGAVIT NOS IN UNUM CHRISTI AMOR

(Congregou-nos em Um, o amor de Cristo)

EXULTEMUS, ET IN IPSO IUCUNDEMUR

(Exultemos, e n'Ele alegremo-nos)

TIMEAMUS, ET AMEMUS DEUM VIVUM

(Temamos, e amemos ao Deus vivo)

ET EX CORDE DILIGAMUS NOS SINCERO

(E de coração sincero nos amemos!)


​UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST

(Onde há caridade e amor, Deus aí está)

SIMUL ERGO CUM IN UNUM CONGREGAMUR

(Em fraternidade fomos unidos)

NE NOS MENTE DIVIDAMUR, CAVEAMUS

(Vigiemos ára que nem em pensamentos sejamos divididos!)

CESSENT IURGIA MALIGNA, CESSENT LITES

(Cessem os impulsos malignos, cessem as divisões)

ET IN MEDIO NOSTRI SIT CHRISTUS DEUS

(E em nosso meio esteja Cristo Deus!)


​UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST

(Onde há caridade e amor, Deus aí está)

SIMUL QUOQUE CUM BEATIS VIDEAMUS

(Tal como os Santos vejamos)

GLORIANTER VULTUM TUUM, CHRISTE DEUS

(Teu rosto em glória, ó Cristo nosso Deus)

GAUDIUM QUOD EST IMMENSUM, ATQUE PROBUM

(Imensa Alegria e bem)

SAECULA PER INFINITA SAECULORUM

(Pelos infinitos séculos dos séculos)

AMEN

(Amém)

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO 

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Pai santo, vosso Filho quis lavar os pés dos seus discípulos, para nos dar o exemplo; aceitai os dons do nosso serviço, e condedei que, ao oferecer nossa vida como oblação espiritual, sejamos enriquecidos de zelo e humildade. Por Cristo, nosso Senhor.

o terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

PREFÁCIO PRÓPRIO 

(Cristo, fonte de todo o ministério na Igreja)

Ⓗ Reza-se este prefácio com as Orações Eucarísticas I, II ou III.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: Dominus vobiscum 

℟.: Et cum spiritu tuo 

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Sursum corda 

℟.: Habemus ad Dominum 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro 

℟.: Dignum et iustum est 

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pela unção do Espírito Santo, constituítes vosso Filho Unigênito Pontífice da nova e eterna aliança, e estabelecestes em vosso inefável desígnio que muitos ministérios fossem exercidos na Igreja. Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo, não somente enriquece a Igreja com um sacerdócio real, mas, também, com bondade fraterna, escolhe homens que, pela imposição das mãos, participem do seu ministério sagrado. Em nome de Cristo, precedem o povo na caridade, alimentam-no com a Palavra e o restauram com os sacramentos. Dando a vida por vós e pela salvação dos irmãos, procurem assemelhar-se à imagem do próprio Cristo e testemunhem, constantes, diante de vós, a fé e o amor. Por isso, Senhor, com os anjos e todos os santos, vos exaltamos, cantando jubilosos a uma só voz:

SANTO 

(Sanctus Messe de Saint Jacques) 

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH. 

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH. 

PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.

 HOSANNA, HOSANNA, HOSANNA IN EXCELSIS. 

 HOSANNA, HOSANNA, HOSANNA IN EXCELSIS. 

BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI. HOSANNA IN EXCELSIS.

 HOSANNA, HOSANNA, HOSANNA IN EXCELSIS. 

 HOSANNA, HOSANNA, HOSANNA IN EXCELSIS. 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

A assembleia aclama:

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Qui cum Passioni voluntarie traderetur,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

accepit panem et gratias agens fregit, deditque discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Pres.: Simili modo, postquam cenatum est,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

accipiens et calicem iterum tibi gratias agens dedit discipulis suis, dicens:

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé e do amor!

A assembleia aclama:

℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

A assembleia aclama:

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

A assembleia aclama:

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Inocêncio, com o nosso Bispo Augusto Menezes e seu auxiliar Leandro Guilherme. Lembrai-vos também destes vossos servos que hoje destes à vossa Igreja como diáconos, os demais presbíteros, e todos os ministros do vosso povo.

A assembleia aclama:

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

A assembleia aclama:

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria a Senhora Aparecida, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, São frei Galvão e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos

une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.

DOXOLÓGIA 

(Amém)

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.

A assembleia aclama:

 ℟.: AMÉM 

ORAÇÃO DO SENHOR 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:

Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Líbera nos, quaesumus, Dómine, ab ómnibus malis, da propítius pacem in diébus nostris, ut, ope misericórdiae tuae adiúti, et a peccáto simus semper líberi et ab omni perturbatióne secúri: exspectántes beátam spem et advéntum Salvatóris nostri Iesu Christi. 

O sacerdote une as mãos. 

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Quia tuum est regnum, et potéstas, et glória in saecula.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Dómine Iesu Christe, qui dixísti Apóstolis tuis: Pacem relínquo vobis, pacem meam do vobis: ne respícias peccáta nostra, sed fidem Ecclésiae tuae; eámque secúndum voluntátem tuam pacificáre et coadunáre dignéris.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Qui vivis et regnas in saecula saeculórum. 

O povo responde:

℟.: Amen.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: Pax Dómini sit semper vobíscum. 

O povo responde:

℟.: Et cum spíritu tuo.

SAUDAÇÃO DA PAZ 

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

FRAÇÃO DO PÃO 

(Agnus Dei Notre Dame 2016)

​AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI: MISERERE, MISERERE NOBIS, MISERERE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI: DONA NOBIS PACEM, DONA NOBIS PACEM, DONA NOBIS PACEM, DONA NOBIS PACEM.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO 

(Jo 17, 17-18)

Neste meio tempo, canta-se a Antífona da entrada com seu salmo ou outro canto apropriado.

Pai santo, consagra-os na verdade. Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo, diz o Senhor aleluia.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpus de Christi.

O que vai comungar responde:

℟.: Amen.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

COMUNHÃO 

(Adoro te devote mcdowall)

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

​​ADORO TE DEVOTE, LATENS DEITAS,

(Eu vos adoro devotamente, ó Divindade escondida)

QUAE SUB HIS FIGURIS VERE LATITAS:

(Que verdadeiramente oculta-se sob estas aparências)

TIBI SE COR MEUM TOTUM SUBICIT,

(A Vós, meu coração submete-se todo por inteiro)

QUIA TE CONTEMPLANS TOTUM DEFICIT.

(Porque, vos contemplando, tudo desfalece)


VISUS, TACTUS, GUSTUS IN TE FALLITUR,

(A vista, o tato, o gosto falham com relação a Vós)

SED AUDITU SOLO TUTO CREDITUR:

(Mas, somente em vos ouvir em tudo creio)

CREDO QUIDQUID DIXIT DEI FILIUS;

(Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus)

NIL HOC VERITATIS VERBO VERIUS.

(Nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade)


IN CRUCE LATEBAT SOLA DEITAS,

(Na cruz, estava oculta somente a vossa Divindade)

AT HIC LATET SIMUL ET HUMANITAS:

(Mas aqui, oculta-se também a vossa Humanidade)

AMBO TAMEN CREDENS ATQUE CONFITENS,

(Eu , contudo, crendo e professando ambas)

PETO QUOD PETIVIT LATRONE PAENITENS.

(Peço aquilo que pediu o ladrão arrependido)


PLAGAS, SICUT THOMAS, NON INTUEOR:

(Não vejo, como Tomé, as vossas chagas)

DEUM TAMEN MEUM TE CONFITEOR:

(Entretanto, vos confesso meu Senhor e meu Deus)

FAC ME TIBI SEMPER MAGIS CREDERE,

(Faça que eu sempre creia mais em Vós)

IN TE SPEM HABERE, TE DILIGERE.

(Em vós esperar e vos amar)


O MEMORIALE MORTIS DOMINI!

(Ó memorial da morte do Senhor!)

PANIS VIVUS, VITAM PRAESTANS HOMINI!

(Pão vivo que dá vida aos homens!)

PRAESTA MEAE MENTI DE TE VIVERE,

(Faça que minha alma viva de Vós)

ET TE ILLI SEMPER DULCE SAPERE.

(E que a ela seja sempre doce este saber)


PIE PELLICANE, IESU DOMINE,

(Senhor Jesus, bondoso pelicano)

ME IMMUNDUM MUNDA TUO SANGUINE:

(Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue)

CUIUS UNA STILLA SALVUM FACERE

(Pois que uma única gota faz salvar)

TOTUM MUNDUM QUIT AB OMNI SCELERE.

(Todo o mundo e apagar todo pecado)


IESU, QUEM VELATUM NUNC ASPICIO,

(Ó Jesus, que velado agora vejo)

ORO FIAT ILLUD QUOD TAM SITIO:

(Peço que se realize aquilo que tanto desejo)

UT TE REVELATA CERNENS FACIE,

(Que eu veja claramente vossa face revelada)

VISU SIM BEATUS TUAE GLORIAE. AMEN.

(Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. Amém)

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO 

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Senhor, concedei que os vossos servos, saciados com o alimento e a bebida celestiais, sejam fiéis ministros do Evangelho, dos sacramentos e da caridade para a vossa glória e a salvação dos que creem. Por Cristo, Senhor nosso.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.

RITOS FINAIS

AVISOS

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

ANTÍFONA MARIANA 

(Regina Caeli)

Segundo a antiga tradição da igreja, se dedique ao fim da celebração um canto a Beata Sempre Virgem Maria.

 REGINA CAELI, LAETÁRE

ALLELUIA


QUIA QUEM MERUISTI PORTARE

ALLELUIA


RESURRÉXIT, SICUT DIXIT

ALLELUIA


ORA PRO NOBIS DEUM

ALLELUIA

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: Dominus vobiscum.

℟.: Et cum spiritu tuo.

Pres.: Sit nomen Domini benedictum.

Todos respondem:

℟.: Ex hoc nunc et usque in sǽculum.

O celebrante diz:

Pres.: Adiutórium nostrum in nomine Domini

Todos respondem:

℟.: Qui fecit cælum et terram.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres.: Deus, que vos chamou para servir sua Igreja, lhe des grande zelo para com todos, sobretudo os aflitos e pobres.

℟.: Amém.

Pres.: Ele, que vos confiou a missão de pregar o Evangelho de Cristo, lhes ajude a viver segundo a sua palavra, para que sejais suas testemunhas sinceras e fervorosas.

℟.: Amém.

Pres.: Aquele, que lhe fez dispensadores dos seus mistérios, vos conceda seres imitadores do seu Filho, Jesus Cristo, e ministros da unidade e da paz no mundo.

℟.: Amém.

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Pres.: Benedícat vos omnípotens Deus,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pater +, et Fílius +, et Spíritus + Sanctus.
Todos:
℟.: Amém.

O Diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor, Aleluia Aleluia. 

O povo responde:

℟.: Graças a Deus, Aleluia Aleluia.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO DE SAÍDA 

(O filii et filliae notre dame 2017)

R./ ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA


​I./ O FILII ET FILIÆ,

REX CÆLESTIS, REX GLORIÆ,

MORTE SURREXIT HODIE,

ALLELUIA. R


​II./ ET MANE PRIMA SABBATI,

AD OSTIUM MONUMENTI

ACCESSERUNT DISCIPULI,

ALLELUIA. R


​III./ ET MARIÆ MAGDALENÆ,

ET IACOBI, ET SALOME,

VENERUNT CORPUS UNGERE,

ALLELUIA. R


​IV./ IN ALBIS SEDENS ANGELUS

PRÆDIXIT MULIERIBUS:

IN GALILÆA EST DOMINUS,

ALLELUIA. R

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